AI&Media · para Carparauto
O browser avisa que o vosso site não é seguro. E quem quer contactar-vos não tem por onde.
Falámos ao telefone e ficou de receber isto. São quatro pontos, por ordem do que custa mais dinheiro. Nenhum deles precisa de acreditar em nós, todos se confirmam em minutos.
carparauto.pt
medido a 19 de setembro de 2026
fonte: o vosso site e os registos públicos do domínio
O sector, à vossa volta
Em Coimbra há nove oficinas com telefone público, e todas têm site. Lemos os nove.
Medido por nós a 19 de setembro de 2026, nos sites públicos dessas empresas. Qualquer pessoa pode repetir a conta.
Os quatro pontos
1
Quem tenta entrar leva um aviso de segurança
Todos os browsers passaram a marcar como «não seguro» os sites sem cadeado. Não é um símbolo pequeno ao lado do endereço: em muitos casos é um ecrã inteiro a perguntar à pessoa se tem a certeza que quer continuar.
O vosso site responde em carparauto.pt, mas a versão segura não abre. Quem escrever o endereço no browser, ou vier de uma ligação, apanha o aviso.
O que isto custa: É a perda mais cara que existe, porque acontece antes de a pessoa ver seja o que for. Não há página, não há telefone, não há nada. Só um aviso a dizer que ali há perigo.
No sector, nove das nove oficinas de Coimbra já têm site seguro, com cadeado. Aqui, quem não tem fica de fora.
Como confirmar
https://carparauto.pt não estabelece ligação. http://carparauto.pt responde.
2
Quem quer contactar-vos bate numa porta fechada
Uma pessoa que chega ao vosso site já passou pela parte difícil. Ouviu falar de vocês, procurou, entrou e gostou do que viu. O que falta é a parte mais barata de todas: conseguir falar convosco.
No vosso site não encontrámos formulário, nem ligação para WhatsApp, nem forma de marcar. Quem quiser falar convosco tem de telefonar, e quem tenta fora de horas desiste.
O que isto custa: Não é uma visita perdida, é a visita mais cara de todas: a de quem já estava decidido a falar convosco.
No sector, três em nove oficinas de Coimbra têm formulário a funcionar. Vocês estão com a maioria, e é por isso que quem o fizer primeiro se destaca.
Como confirmar
Lido em carparauto.pt, na página de entrada.
3
Não há como saber de onde vem quem chega
Quando um cliente novo aparece, alguém pergunta «como é que soube de nós», e a resposta costuma ser um encolher de ombros. Enquanto isso não tiver resposta, o dinheiro em publicidade é apostado às cegas: repete-se o que se gosta em vez do que resulta.
O vosso site não tem nenhuma das duas formas de medir isso, nem a da Meta nem a do Google. Hoje, uma visita que venha de um anúncio e uma que venha de um amigo são indistinguíveis.
O que isto custa: Se investirem mil euros em publicidade amanhã, no fim do mês não há forma de dizer quais dos telefonemas vieram de lá.
No sector, uma em nove oficinas de Coimbra tem forma de medir de onde vêm os clientes. Vocês estão com a maioria, e é por isso que quem o fizer primeiro se destaca.
Como confirmar
Procurado no código de carparauto.pt. Nenhuma das duas apareceu.
4
Não há nada a dizer às plataformas de IA quem vocês são
Quando alguém pergunta ao ChatGPT por um fornecedor na vossa zona, a máquina vai ler os sites e decidir o que dizer de cada um. Já há uma forma de lhe deixar isso escrito, em vez de a deixar adivinhar.
Chama-se llms.txt e é um ficheiro de texto na raiz do site. O vosso não tem nenhum.
O que isto custa: Não é urgente, e é barato de resolver. Mas quem o tiver escrito controla o que é dito sobre si, e quem não o tiver fica com o que a máquina deduzir.
No sector, três em nove oficinas de Coimbra têm texto escrito para as plataformas de IA. Vocês estão com a maioria, e é por isso que quem o fizer primeiro se destaca.
Como confirmar
Procurado em carparauto.pt/llms.txt. Não existe.
O que costumamos fazer a seguir
Primeiro
Reabrir as portas
O formulário a funcionar, e tirar os quatro bloqueios às plataformas de IA.
É uma manhã de trabalho e não custa investimento nenhum.
Depois
Arrumar o email
Duas linhas no domínio e a assinatura digital ligada. Meia hora, mais um
dia de espera. Devolve a confiança a tudo o que sai da casa.
Só então
Pôr a medir
Medição configurada de forma a que quem aceita cookies seja medido e quem
recusa não. Só depois disto é que faz sentido investir em anúncios.
A partir daí
Ligar a atração
Com as portas abertas e a medir, entra investimento. E já se sabe o que
cada euro trouxe.
Quem somos
Somos uma equipa de publicidade que se mede. Gerimos cerca de vinte mil euros
de investimento por mês, entre Meta e Google, em trinta e três contas de anúncios.
Mas metade do nosso trabalho está antes e depois dos anúncios: como as pessoas
vos encontram, como são atendidas quando chegam, e como a vossa equipa usa as
ferramentas novas sem perder o dia com elas. Quando faz falta, sentamo-nos com
a equipa e ensinamos. Foi assim que descobrimos os quatro pontos acima sobre nós
próprios.
Trabalhamos por fases e cada uma paga a seguinte. Primeiro vemos o que já lá está,
depois arrumamos e pomos a medir, e só então entra dinheiro em anúncios.
Não pedimos orçamento grande no início, quando ainda não há nada para mostrar.
O dinheiro dos anúncios é vosso e vive na vossa conta. Os honorários são outra
linha, e vêem sempre as duas.
Meia hora, com isto à frente.
Chega para percebermos o contexto e para verem se fazemos sentido. Se acharmos que
não há nada a ganhar, dizemos. E se preferir não avançar, fica com esta página e
faz dela o que entender.
Marcar meia hora
Os quatro pontos acima vieram do site aiemedia.pt e dos registos públicos do
domínio, consultados a 18 de Setembro de 2026. Não usámos dados de clientes nem
de terceiros, nem opiniões de quem quer que seja.
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