Entram 40 pedidos por mês e respondem-se a 25. Não há publicidade que resolva isso. Fazemos anúncios que se medem, e começamos por olhar para o que já lhe chega hoje e onde é que se perde.
de publicidade que gerimos todos os meses, no Google e no Facebook
contas de anúncios activas, mexidas todos os dias
Os 40 pedidos custaram todos o mesmo. A diferença é que 15 ficaram sem resposta e não deram nada em troca. Ninguém dá por isso, porque quem desiste não se queixa.
É por isso que não começamos por lhe vender anúncios. Se o problema estiver aqui, dizemos-lho — e sai-lhe mais barato do que os anúncios que nos veio pedir.
Pagaram-se os 40. Renderam 25. E do lado dos anúncios continua tudo a parecer que correu bem.
Um cliente faz sempre o mesmo caminho até si, e basta um troço estar partido para os outros não servirem de nada. Por isso olhamos para os quatro ao mesmo tempo, mesmo quando só trabalhamos um.
Aparecer a quem está à procura agora, e a quem ainda não sabe que precisa. Escolhemos onde aparecer pelo que o seu negócio precisa, não pelo que está na moda.
O caminho entre alguém ver o anúncio e chegar mesmo a falar consigo. O site, o formulário e o que lá está escrito — é aí que se decide se aquilo dá em alguma coisa.
Quem atende, em quanto tempo, e o que diz. Para nós faz parte do trabalho, porque é onde a maioria das empresas perde mais dinheiro.
Quem já foi seu cliente é o mais barato de trazer outra vez. Trabalhar quem já lá está costuma render mais depressa do que ir buscar gente nova.
No Google e no Facebook. Escolher a quem aparecer e com que anúncio, e ir mudando conforme o que está a dar resultado. O dinheiro dos anúncios é seu, fica na sua conta, e vê-o sempre separado do que nos paga a nós.
Quando aparece alguém novo, poder responder à pergunta «como é que soube de nós». Enquanto não souber isso, o mês seguinte decide-se a adivinhar — e adivinhar sai caro. É a primeira coisa que arrumamos.
Os pedidos todos num sítio só, e a equipa a saber quem falta contactar e quando. Muitas vezes é o que dá resultado mais depressa, e nem sequer é publicidade.
Imagens, vídeos e textos feitos para dar resultado, não para encher o calendário. Filmamos e produzimos quando percebemos que é o anúncio que está a travar.
Já há quem procure um fornecedor a perguntar ao ChatGPT em vez de escrever no Google, e quem responde não dá uma lista, dá uma recomendação. Tratamos dos dois lados: o que o seu site mostra a essas plataformas, e o que a sua equipa ganha em usá-las no dia a dia. Quando faz falta, sentamo-nos com quem cá trabalha e ensinamos.
É a parte do nosso método que mais nos distingue, e é deliberada: ninguém deve assinar um compromisso grande com quem ainda não conhece.
O que entra, de onde, quanto custa e onde se perde. Se houver resultado a ganhar só com o que já está montado, dizemo-lo.
Pôr a medição a funcionar e corrigir o que faz as pessoas desistir a meio. É a fase mais barata e a que torna tudo o resto verificável.
Com tudo a medir, entra dinheiro em publicidade. E já se sabe o que cada euro traz.
Aumentar onde há prova, cortar onde não há. Todos os meses, com os números à frente.
Não pedimos orçamento grande no início, quando ainda não há nada para mostrar.
Primeiro a prova, só depois o tamanho — é assim com todos os clientes. O dinheiro dos anúncios é seu e vive na sua conta. O que nos paga a nós é outra linha, e vê sempre as duas.
Uma conversa curta chega para percebermos o seu contexto e para si perceber se fazemos sentido. Sem apresentação de vendas e sem compromisso. Se acharmos que não há nada a ganhar, dizemo-lo.
AI&Media · Publicidade que se mede, para empresas em Portugal. Os números desta página referem-se aos últimos 30 dias e são retirados directamente das contas que gerimos.